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Quarta, 31 de dezembro de 2014, 12h59

eleições 2014

Taques e Fagundes vencem disputa

Welington Sabino e Gláucio Nogueira


A vontade, de Deus e do povo de Mato Grosso, transformou José Pedro Gonçalves Taques (PDT) no novo governador de Mato Grosso. Ainda em primeiro turno, o senador ganhou a disputa contra outros 3 adversários e, a partir de 1º de janeiro de 2015 comanda os destinos de um Estado, segundo ele, endividado e com problemas na administração.

Taques recebeu mais de 883 mil votos, 57,25% do total válido e consquistou o direito de assumir o Palácio Paiaguás sem a necessidade de um segundo turno. Após 12 anos, ele será o primeiro governador nascido em Mato Grosso. O último havia sido Dante Martins de Oliveira.

Aos 46 anos, o novo governador assume o Estado após passar 4 anos no Senado Federal, para onde foi eleito em 2010, desbancando políticos considerados favoritos. Com uma atuação destacada, de oposição ao governo Dilma Rousseff (PT) e à gestão de Silval Barbosa (PMDB), balizou sua campanha pelo resgate de Mato Grosso, com transparência, honestidade e respeito à população.

Com 6 mandatos consecutivos de deputado federal, o republicano Wellington Fagundes precisou vencer uma das maiores provas de fogo de toda sua trajetória política até ser declarado, no dia 5 de outubro, como senador eleito  por Mato Grosso. A única vaga ao Senado, uma das mais cobiçadas das eleições 2014, teve a disputa polarizada entre Fagundes e ex-governador Rogério Salles (PSDB) e foi marcada por troca de farpas, acusações e tentativa de desconstrução de imagem de ambos os lados.

Para conquistar os 646.344 votos (48.19%), Fagundes declarou à Justiça Eleitoral ter gastado R$ 8.7 milhões. De olho nos aposentados, adotou como um dos motes de campanha, uma fórmula que deu certo em 2010: o deputado que “cuida dos velhos”. Também sustentou o discurso de parlamentar municipalista. Mas precisou dar muitas explicações sobre projetos polêmicos que defendeu em mandatos passados como a ideia de dividir Mato Grosso em 2 estados e acusações feitas por seu principal adversário, como por exemplo, de usar dinheiro público para custear cirurgias plásticas e até de hemorróidas.

O republicano disputou a vaga no Senado com os candidatos Rogério Salles (PSDB), Rui Prado (PSD) e Gilberto Lopes Filho (PSOL). Seu principal adversário, o tucano que ocupa o posto de vice-prefeito de Rondonópolis, terminou a corrida eleitoral em segundo lugar com 541.357 votos (40.36%). A disputa foi acirrada porque os 2 têm o mesmo reduto eleitoral: Rondonópolis, o maior município da região Sul de Mato Grosso e o terceiro maior colégio eleitoral do Estado.

 



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