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Segunda, 12 de março de 2018, 17h59

Maggi prevê resistência a fundo para 'tampar rombo' e critica sonegadores

Karine Miranda, repórter do GD


O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) avaliou que o Governo do Estado deve enfrentar resistência para implantar o Fundo Emergencial de Estabilidade Fiscal (FEEF), alegadamente necessário para recompor os deficit com os Poderes, municípios e servidores públicos.

João Vieira

Maggi prevê resistência a fundo em MT

A expectativa do Estado é de arrecadar até R$ 500 milhões em um ano para garantir o equilíbrio da máquina pública. No entanto, segundo o ministro, deve haver resistência de alguns setores, principalmente do agronegócio.

“Não concordo em gênero, número e grau com essa afirmação de que o agronegócio não gera impostos para o Estado de Mato Grosso. Gera e muito. É base da nossa economia. O que o Estado precisa fazer é ir atrás daquele que não paga imposto, que é um número bastante grande e que, infelizmente, tem cobertura por liminares e outras coisas”, disse Maggi, durante o evento Gazeta Agro, nesta segunda-feira (12).

Segundo Maggi, as instituições têm que pensar em como impedir a sonegação - e não querer aumentar a taxação dos setores econômicos. “Tenho certeza de que se acabar com a prática ilegal, a prática da sonegação que existe (...), a situação seria melhor. Não teríamos a situação que temos hoje. O agro não pode pagar a conta da ineficiência de um sistema que está corrompido”, disse.

Fundo de Estabilização Fiscal - O governador Pedro Taques (PSDB) propôs a criação do Fundo Emergencial de Estabilização Fiscal, em fevereiro, como saída para a crise e possibilitar o equilíbrio fiscal. O fundo ainda está em análise e deverá passar por aprovação da Assembleia Legislativa. A ideia é que o fundo seja temporário, por no máximo dois anos, e receberia recursos dos Poderes e alguns setores econômicos.

“O governo tem que olhar o que pode fazer, conversar com setores que podem contribuir. Obviamente, não vai todo mundo entrar sem reclamar. Vai haver crítica”, encerrou o ministro.

                Veja o vídeo 

                



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