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Sábado, 05 de maio de 2018, 14h10

Ex-apoiador

Mendes sugere que aliados de Taques façam carta de apoio ao tucano

Pablo Rodrigo, repórter do GD


Mauro Mendes, que ainda não definiu se disputará ou não as eleições deste ano, voltou a defender que o DEM não apoie o projeto de reeleição do governador Pedro Taques (PSDB). Segundo o ex-prefeito de Cuiabá, sua opinião ficou clara, ao assinar o manifesto "porque não apoiamos a reeleição do governador Pedro Taques", divulgado semanas atrás.

"Eu fui muito claro. Não tem dúvida a minha decisão e opinião. Se alguém pensar diferente, também pode fazer uma carta e elencar os motivos que apoiam. Isso é a democracia", disse em entrevista à Rádio Capital FM.

Mendes também pontuou que respeita as opiniões divergentes dentro da legenda, como a do presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Eduardo Botelho, que defende o partido no palanque de Taques, e do ex-senador Jayme Campos, que não fechou a porta para o tucano.

"Em algum momento vamos tomar essa decisão dentro do DEM. O nosso presidente, deputado federal Fábio Garcia já disse isso. Vamos fazer nosso debate interno e escolher um rumo que a maioria decidir".

Mendes também rebateu que sua indecisão esteja atrapalhando o DEM e os aliados. "Eu nunca pedi a nenhum partido ou a uma pessoa para ficarem me esperando", afirma. "Eu disse que gostaria de contribuir e gostaria até de ser candidato. Tenho alguns problemas e tenho que resolvê-los. Se eu conseguir resolvê-los eu poderei me colocar a disposição", argumenta.

O ex-prefeito também garante que não tem vaidades e que não teria problemas em ser vice do ex-prefeito  de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT).

Marcus Vaillant

"Posso sim, não tem problema disso. Não teria problema ajudar o projeto de outra pessoa. Existem pessoas com a mesma capacidade igual a minha ou até melhor e que poderia ajudar o Estado", explicou.

Sobre um possível receio de sofrer retaliações jurídicas, sob a influência do governador, Mauro diz que não se sente ameaçado e que prova disso seria a assinatura na carta contra Taques.

"Não tenho esse tipo de medo e nunca tive. Se eu tivesse eu estava correndo com o 'rabinho entre as pernas no meu canto'. Fui lá e assinei aquela carta porque é aquilo que penso e sempre tive coragem de dizer o que eu penso. Vou fazer a minha análise, assim como cada cidadão fará a dele para escolher em qual partido e candidato a votar", destacou. 



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