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Quarta, 16 de maio de 2018, 10h02

no judiciário

ONG Moral aciona comissão de Ética da Assembleia para investigar deputados

Pablo Rodrigo, repórter de A Gazeta


Marcus Vaillant

Gilmar Brunetto, diretor da ONG Moral

O Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania (ONG Moral) decidiu entrar com um mandado de segurança junto ao Tribunal de Justiça para obrigar a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa a acatar suas denúncias contra os deputados estaduais investigados na Operação Bereré e outras, além dos citados na delação do ex-governador Silval Barbosa.

A entidade defende que os parlamentares sejam acionados por quebra de decoro, o que pode resultar na perda dos mandatos.

Diretor da ONG, Gilmar Brunetto, critica o fato de que as denúncias de pagamento de mais de R$ 30 milhões em propina não serem alvos de cobranças dentro do Parlamento sequer por deputados da oposição ao governo Pedro Taques (PSDB).

“Nós estamos estranhando que os deputados estão tendo a mesma postura dos colegas envolvidos, tanto na operação Bereré, como na Bônus. Estão calados. Não estão cobrando providencias do governador, isso é vergonhoso e nós vamos cobrar judicialmente”, diz.

Para a diretora administrativa da ONG Moral, Elda Mariza Valim Fim, “a postura dos parlamentares deixa muito a desejar em termos de fiscalizaçao da gestao do dinheiro dos cidadaos”.
Ainda na primeira fase da Bereré, a ONG Moral protocolou uma representação por quebra de decoro contra os deputados estaduais Mauro Savi e Eduardo Botelho, ambos do DEM.

Além deles, os deputados Ondaninr Bortolini, o Ninhinho (PSD), Baiano Filho (PSDB), Romoaldo Júnior (PMDB), Wilson Santos (PSDB) e José Domingos Fraga (PSD) são investigados sob suspeita de terem recebido propina paga pela empresa EIG Mercados, antiga FDL Serviços de Registro, Cadastro, Informatização e Certificação.

“A ONG Moral e a sociedade cobram postura e coerência dos parlamentares sobre envolvimentos de colegas em desvios de recursos públicos, porque é desumano pessoas investirem em concurso público para trabalharem no Detran e não tomar posse porque o órgão foi entregue a corrupção, entre outros prejuízos”, finalizou Brunetto.



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