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Segunda, 11 de junho de 2018, 17h30

POLÍTICA DE MT

Com pesquisa interna, DEM decide se terá candidato ao governo de MT

Celly Silva, repórter do GD


A pesquisa interna que o Democratas encomendou do Instituto GPP foi entregue nesta segunda-feira (11) ao presidente do partido em Mato Grosso, o deputado federal Fábio Garcia, que agora vai convocar uma reunião nesta semana com os demais membros da Executiva Estadual para decidir se a legenda terá ou não candidato ao governo do Estado.

Chico Ferreira

Fábio Garcia

“O Democratas precisa tomar uma decisão se terá ou não terá uma candidatura própria. É pública a vontade do Democratas, tanto da Executiva Nacional, quanto da maioria dos membros da Executiva Estadual, que o Democratas tenha candidatura própria. Temos, na minha avaliação, 2 grandes nomes para assumir essa responsabilidade de governar e ser candidato a governador de Mato Grosso”, disse Garcia, se referindo ao ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, e ao ex-senador e ex-governador Jayme Campos. A declaração foi feita em entrevista à Rádio Capital FM.

Conforme o presidente do DEM, o resultado da pesquisa interna vai definir aquele que terá o apoio do partido em uma disputa majoritária, ou seja, terá preferência, quem pontuar bem nas intenções de voto. Fábio Garcia acredita que, assim como em outras pesquisas internas, Jayme e Mauro continuam bem avaliados. “Eu torço que 1 dos 2 assuma a responsabilidade de ser candidato e se algum dos 2 assumir, terá o apoio do partido”, disse.

O político lembra, no entanto, que apesar da vontade do partido e do desejo do eleitorado, tudo depende do interesse de cada um dos cogitados para encarar a disputa. “A decisão é pessoal. O partido não pode obrigar a pessoa a ser candidato. Tem que ter disponibilidade, disposição, poder ser candidato. O Mauro já manifestou várias vezes que quer, mas também disse que tem problemas”, ressaltou.

Caso Jayme Campos e Mauro Mendes declinem da função de cabeça de chapa, Fábio Garcia, cujo nome apareceu na pesquisa do Instituto GPP, afirma que pode ser uma alternativa, caso seja de interesse da maioria. “Se o partido decidir que tenho que ser candidato, serei. Acredito, no entanto, que a gente tem nomes com mais capilaridade, com mais tamanho, com mais conhecimento do que o meu”, insistiu se referindo a Jayme e Mauro. 



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