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Segunda, 11 de junho de 2018, 16h45

durante a eleição

Taques promete dar nomes aos bois e motivos de aliados 'pularem do barco' - veja vídeo

Celly Silva, repórter do GD


Apesar de desconversar quando questionado se será candidato à reeleição, o governador Pedro Taques (PSDB) tem feito discursos nesse sentido em suas visitas aos municípios do interior. Durante encontro do partido realizado em Cáceres (225 Km a Oeste de Cuiabá) no último final de semana, o tucano afirmou que quer “assumir um novo compromisso com o povo do estado de Mato Grosso”.

Divulgação/Secom-VG

Governador Pedro Taques

Durante discurso para cerca de 100 pessoas, o político criticou ex-aliados, dizendo que não interessa o motivo pelo qual o abandonaram, mas que durante o pleito eleitoral, os revelará. “As pessoas me perguntam porque alguns não estão mais com Pedro Taques? Sabe por quê? A mim não interessa. Interessa são os companheiros leais que continuaram comigo. Nas eleições, nós falaremos as razões pelas quais alguns pularam de lado. Vamos falar, dar nome, sobrenome e dizer porque isso ocorreu”, disse em tom de ameaça.

Na região Oeste do Estado, Pedro Taques ainda rebateu acusações de que estaria isolado politicamente e sem uma coligação para disputar a campanha. Ele apresentou alguns prefeitos que estavam presentes no evento, disse que lá estavam representados 7 partidos e questionou: “Isso é isolamento? Se isso for isolamento, nós queremos estar isolados”, ironizou. O governador ainda afirmou que além desses, ainda há outras legendas que querem uma aproximação. “Estamos conversando para que possam somar conosco”, disse o tucano em clima de pré-campanha.

Outro ponto rebatido por Taques em Cáceres foi o fato de não ter cumprido todas as promessas da eleição de 2014, o que ele admitiu, mas enfatizando a crise econômica e a herança da gestão anterior como fatores. “As pessoas dizem que nossa administração não fez tudo o que poderia ser feito. Eu quero confessar: diante do quadro que nós encontramos, diante do momento histórico que o Brasil vive, é impossível fazer todas as necessidades de um Estado como o nosso”, justificou.

Apesar disso, o governador afirmou que encerra seu mandato com “total tranquilidade e responsabilidade” e destacou que seu último ano de gestão será um ano importante. “É um ano de consolidação, é o ano que o eleitor de Mato Grosso vai escolher o caminho que vai trilhar”, disse.  

                       



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