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Terça, 10 de julho de 2018, 07h08

em busca de aliados

Galli pede que Selma Arruda não 'radicalize' restrições a políticos

Lázaro Thor Borges, repórter de A Gazeta


No mesmo partido e ainda em busca de aliados, o deputado federal Victório Galli afirmou, nesta segunda-feira (9), que a juíza aposentada Selma Arruda não deve ‘radicalizar’ suas restrições a políticos com problemas na Justiça ou acusados de corrupção. A declaração dada em entrevista à rádio Capital FM foi um recado à correligionária, que ameaçou desistir de sua candidatura ao Senado, caso o PSL se coligue com políticos esta situação.

Chico Ferreira

Galli está especialmente interessado na chapa de Wellington Fagundes (PR) que, dizem, pode eleger até seis deputados. A coligação ainda vai ser definida, mas o republicano aproveitou encontro realizado na última semana para convidar, tanto Selma quanto Galli, para se juntarem a ele.

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‘A gente não pode ser tão radical nesse sentido. Se formos olhar, em todos os segmentos têm pessoas erradas no meio’, disse o deputado. ‘Temos que trabalhar nesse sentido, para não radicalizar totalmente a situação’, defendeu.

O convite feito por Fagundes agrada Galli, principalmente, porque o grupo poderá alavancar sua reeleição para a Câmara dos Deputados. Chamada por ele de ‘chapão’, a coligação liderada pelo PR também poderá ser uma mão na roda para o précandidato à presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, que carece de forças políticas em Mato Grosso. ‘A melhor chapa, um chapão para federal, é essa com o Wellington Fagundes’, comentou. ‘Mas tem os demais. Tem a senadora Selma, tem o Nelson Barbudo. Nosso entendimento estadual é que nossa chapa seja pura’, ponderou.

Welington Sabino

Bem mais flexível, Galli disse que tem ouvido todas as propostas e citou as do grupo que deve lançar Pedro Taques (PSDB) à reeleição. O governador, contudo, também está, de certa forma, entre as restrições de Selma, já que ela julgou ações penais oriundas da Operação Rêmora, que teve como alvo a gestão tucana. ‘Inclusive o Mauro Mendes (DEM) também nos chamou. Esse momento agora é de ajustes. É como se estivéssemos diante de um semáforo, discutindo, e, por enquanto, o sinal está vermelho’, metaforizou o deputado.

Questionada sobre as declarações de Galli, Selma foi breve: ‘nada a declarar, meu caro’, escreveu em mensagem de texto.



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