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Terça, 12 de junho de 2018, 11h21

Ex-gerente de cooperativa é preso acusado por desvio de R$ 23 milhões

Redação do GD


A Polícia Civil de Campo Novo dos Parecis (396 km a noroeste de Cuiabá) deflagrou na manhã desta terça-feira (12) a 2ª fase da operação que investiga desvios de R$ 23 milhões em uma cooperativa de produtores de álcool e cana-de-açúcar. Nivaldo Francisco Rodrigues, ex-diretor financeiro da entidade, foi preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva decretado pela 2ª Vara da Comarca de Campo Novo do Parecis. 

Divulgação/Polícia Civil

Nivaldo Francisco Rodrigos já usava tornozeleira eletrônica e agora foi preso por descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça

Na 1ª fase da operação, deflagrada em julho de 2017, a Polícia Civil conseguiu autorização judicial com parecer positivo do Ministério Público para bloqueio dos bens de Nivaldo Rodrigues, apontado como líder do esquema criminoso. À época dos fatos o suspeito passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

Em continuidade aos trabalhos investigativos verificou-se que Nivaldo havia movimentado entre o final de 2017 e começo de 2018 cerca de R$ 1 milhão – ato a que estava expressamente proibido por determinação judicial e motivou nova prisão do investigado que foi cumprida em sua residência na manhã desta terça-feira.

De acordo com o delegado Adil Pinheiro de Paula, que coordena a investigaçãoos, desvios na cooperativa podem ultrapassar os R$ 23 milhões orçados inicialmente. A cooperativa vítima tem 46 cooperados, divididos em 19 famílias, sendo quase a totalidade dessas famílias residentes Campo Novo do Parecis e constituiem parte importante dos geradores de renda e emprego da cidade.

“Além do acréscimo de valores, a investigação avança com a identificação de outros integrantes da organização criminosa que usava notas fiscais de empresas de fachada em Mato Grosso (originadas na região de fronteira, Tangará, Sinop, etc) e outros Estados como Goiás, São Paulo e Minas Gerais para realizar os desvios como se o serviço tivesse sido prestado. São empresas que forneciam notas fiscais 'frias' e auxiliavam na lavagem de dinheiro”, explica o delegado.

Em curto período de tempo são esperadas novas prisões vinculadas ao grupo criminoso liderado pelo ex-diretor financeiro da cooperativa. Um mês após o desligamento de Nivaldo, ocorrido maio de 2017, ainda houve uma tentativa de desvio da cooperativa, quando o suspeito ligou para empresa solicitando que fosse realizado um pagamento de R$ 467 mil em favor de terceiro. (Com assessoria)



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