WhatsApp Twuitter

Segunda, 19 de junho de 2017, 09h15

Diversidade de gênero

Parada do Orgulho LGBT revive clima de carnaval em São Paulo


A capital paulista reviveu uma tarde de Carnaval neste domingo, 18, durante a Parada do Orgulho LGBT. Seja a garrafa de catuaba na mão, a purpurina no rosto ou a fantasia de unicórnio e os maiôs, ao menos algum desses itens da folia de rua está presente em todos os grupos de amigos que acompanham os trios elétricos que ainda desfilam nesta tarde na Rua da Consolação, lotada. A diferença mesmo é a presença das bandeiras de arco-íris, símbolo do Orgulho LGBT.

A diversidade está no público e também nos sons dos trios. Além do axé de Daniela Mercury, que cantou ao vivo, os trios tocam sertanejo, samba, funk ("Deu Onda", sucesso do último Carnaval) e príncipalmente música eletrônica.


A cantora Daniela Mercury, que já participou de edições anteriores da Parada Gay, apresentou-se na tarde deste domingo, 18. 

Vinda do Ipiranga com amigos, a estudante Letícia Dantas, de 22 anos, diz que veio para aproveitar a festa com o mesmo espírito com que foi ao carnaval. "Tem a parte política, lutar contra o preconceito, criminalizar a homofobia. Mas lógico que tem a festa também, que é muito legal", disse a jovem.

Assim como no carnaval, foi possível observar com facilidade nas calçadas pessoas passando mal pelo excesso de bebida. Uma tenda para atendimento de quem exagerou estava montada na entrada do Cemitério da Consolação, mas os funcionários não quiseram dar o número de atendidos.

Por outro lado, havia também muitos curiosos que foram só acompanhar a festa. "(A Parada) é uma festa, mas também é para levar a mensagem da tolerância, do respeito. Por isso que a gente trouxe ele", disse a professora Marta de Souza, de 39 anos, se referindo ao filho de 5 anos — que estava vestido com uma camiseta do filma Mulher-Maravilha e brincava com uma menina do mesmo tamanho e fantasia de princesa.

Uma queixa foi a curta duração do show da cantora Anitta. "Não vim aqui 'só' para ver a Anitta, mas queria ter visto ela também", contou o analista de cobrança Rubens Lima, de 27 anos. A cantora apresentou duas músicas em um dos trios no começo da tarde e depois saiu. No Twitter, disse que a divulgação de sua participação estava incorreta.  



// matérias relacionadas

Quinta, 23 de novembro de 2017

14:58 - Mãe acusa escola no Ceará de expulsar sua filha por ser transexual

Quarta, 22 de novembro de 2017

20:00 - Supremo suspende julgamento sobre registro civil de transexual

Segunda, 23 de outubro de 2017

17:30 - Cultura aprova captação de recursos para Mês da Diversidade no Rio

Segunda, 25 de setembro de 2017

16:17 - Suspeito de matar travesti Tábata é preso em Rondonópolis

Sexta, 22 de setembro de 2017

15:49 - Conselho Federal de Psicologia recorre da decisão que libera 'reversão sexual' de gays

Quarta, 20 de setembro de 2017

09:41 - Psicólogos e comunidade LGBT de Cuiabá querem suspensão de liminar da 'cura gay'

Terça, 19 de setembro de 2017

16:59 - Ministérios, Detran e governos de MG e RJ aderem à campanha #TrateSeuPreconceito

Sábado, 24 de setembro de 2016

07:30 - Cuiabá terá parada da diversidade neste sábado

Domingo, 03 de julho de 2016

08:21 - Projeto de inclusão LGBT em presídio de MT é exemplo nacional


// leia também

Domingo, 10 de dezembro de 2017

17:00 - Soldado é o 126º PM morto no Rio este ano

09:06 - A cada 2 dias, 7 policiais feridos são afastados do trabalho no Estado de SP

08:48 - Baleado em roubo, soldado perdeu um terço do cérebro

Sábado, 09 de dezembro de 2017

10:10 - Homem é preso por ejacular em passageira em voo

09:57 - Mulher e amante são suspeitos de matar sargento na zona leste de SP

Sexta, 08 de dezembro de 2017

15:15 - Temer sanciona nova lei do Fies com dois vetos

15:00 - Aos 126 anos, Avenida Paulista fica cada vez mais pop

12:15 - ANS suspende a comercialização de 31 planos de saúde a partir de hoje

11:30 - Fuvest divulga notas de corte da 1ª fase do vestibular 2018

10:50 - Ministério amplia acesso ao contraceptivo DIU no SUS