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Quarta, 20 de dezembro de 2017, 00h00

Improcedente


Na sentença, a juíza Selma Arruda escreveu que o pedido da defesa do ex-secretário Marcel de Cursi sequer merecia comentários. Pontuou que, além de ter sido feita fora do prazo, uma vez que a etapa de diligências no processo em questão já havia sido encerrada, a solicitação era ‘absolutamente improcedente‘, já que o caso dos grampos ilegais em Mato Grosso em nada tem relação com os fatos apurados na Operação Sodoma, que tratam da concessão de incentivos fiscais, diante do pagamento de propina.
A defesa do ex-secretário, aliás, fez diversos apontamentos sobre quebras de sigilos supostamente irregulares ao longo da investigação. Todos foram indeferidos pela magistrada.

Recurso

Restando pouco mais de 10 dias para o fim do ano, o governador Pedro Taques (PSDB) viajou nesta terça-feira (19) para Brasília para tentar, pessoalmente, acelerar o processo de liberação do dinheiro do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), que deve render para Mato Grosso aproximadamente R$ 500 milhões (dos quais cerca de R$ 110 milhões serão repassados para os municípios), e da emenda impositiva que a bancada federal destinou para o setor da saúde, o que soma mais R$ 120 milhões para o Estado.

Prejuízo

Não repercutiu bem entre os chefes dos Poderes um questionamento levantado pelo governador Pedro Taques (PSDB) durante a entrevista especial concedida na segunda-feira (18) ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real.
Ao admitir que o Estado deve aproximadamente R$ 450 milhões a instituições como o Ministério Público, Defensoria e Assembleia Legislativa, o governador perguntou: “Sem esses valores, os poderes pararam? Os poderes tiveram prejuízos em suas ações? Quais foram?”. Presidente da Assembleia, o deputado Eduardo Botelho (PSB) citou o atraso a fornecedores como um exemplo. “Tem uns três meses sem receber”, disse.

Título

Se dependesse do governador Pedro Taques (PSDB), o ministro Gilberto Kassab (PSD) teria um título de cidadão mato-grossense. A afirmação foi do próprio tucano, durante a visita do pessedista a Cuiabá, nesta terça-feira (19). De fato, Kassab vem dedicando boa parte de sua atenção a Mato Grosso, desde quando estava à frente do Ministério das Cidades. A ironia é que a dedicação pode ter como explicação a ligação política de Kassab com o ex-deputado José Riva. Hoje sem partido, o ex-parlamentar foi um dos fundadores do PSD em Mato Grosso.

Esdrúxulo

Entre as preliminares levantadas pela defesa do ex-secretário de Estado Marcel de Cursi na ação penal referente à primeira fase da Operação Sodoma, sentenciada pela juíza Selma Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, no final da semana passada, uma parece ter chamado a atenção da magistrada. Selma classificou como ‘esdrúxulo‘ o pedido de Cursi para que novas diligências fossem realizadas a fim de identificar se o celular do ex-secretário estaria entre os números interceptados ilegalmente no escândalo conhecido como ‘Grampolândia Pantaneira‘.

Baixaria

A sessão da Câmara de Cuiabá foi mais uma vez tomada pela baixaria entre os vereadores por conta da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Paletó, que investiga o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB). Dessa vez, o “barraco” foi protagonizado pelo relator da CPI, Adevair Cabral (PSDB), e Felipe Wellaton (PV). Diego Guimarães (PP) e Renivaldo Nascimento (PSDB) também bateram boca em plenário. O motivo é o mesmo de semanas: definir quem é que pode ou não tomar as decisões necessárias à apuração das acusações imputadas ao prefeito.

Troca

Titular da Secretaria de Estado de Fazenda, Gustavo Oliveira pode ser um dos secretários que deixarão o cargo em 2018. A permanência dele ou não à frente da pasta deve ser debatida com o governador Pedro Taques (PSDB) na próxima semana. Antes disso, Oliveira estaria buscando ouvir opiniões de aliados, como dos membros da diretoria da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), entidade da qual é vice-presidente. O secretário tem pontuado, contudo, que a eventual saída não tem outro motivo se não o fato de já ter cumprido a missão que lhe foi atribuída.

Debate

Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o desembargador Márcio Vidal conduziu nesta terça-feira (19) um debate sobre jornalismo investigativo e o combate à corrupção. O assunto foi o tema da primeira reunião da Sala de Imprensa, um espaço aberto na sede da Justiça Eleitoral, de acordo com o magistrado, com o intuito de propor um novo conceito de relacionamento com o público e de estimular o controle social e a liberdade de imprensa em Mato Grosso.
 



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