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Sábado, 06 de janeiro de 2018, 00h00

No comando


Nos bastidores do Palácio Paiaguás, os rumores são de que, com a saída de Kleber Lima do Gabinete de Comunicação para assumir a Secretaria de Cultura, Max Russi assuma também essa função, ainda que não oficialmente. Enquanto o novo secretário do GCom, Marcy Monteiro, cuidaria da parte operacional da assessoria do governo, Russi ficaria com a responsabilidade de tratar com os empresários da mídia no Estado.

Destaque

À frente da Casa Civil, desde outubro, o deputado licenciado Max Russi (PSB) vem se mostrando um político forte e influente do governo Pedro Taques (PSDB). Ex-prefeito de Jaciara, foi ele, por exemplo, que contornou a crise que a gestão estadual enfrentou com os prefeitos no final do ano passado por causa do atraso nos repasses da saúde.

Impérios

A alta sociedade também se viu em meio a denúncias. Membros de famílias tradicionalíssimas, a exemplo dos Malouf, passaram de respeitados empresários a acusados de envolvimento em esquemas de corrupção. As denúncias acabaram revelando que impérios da economia estadual foram construídos à sombra de acertos em que quem paga a conta é o povo.

Perguntar não ofende

Com o retorno das atividades da Assembleia Legislativa para o último ano desta legislatura, uma pergunta terá que ser respondida: para que serviu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Cartas de Crédito do Ministério Público Estadual? Será uma investigação de verdade ou só chantagem com o MP que, já faz um tempo, vivia vasculhando gabinetes durante operações no Parlamento?

Decepções

O ano de 2017 foi, sem dúvida, marcado por decepções. Para a Polícia Militar de Mato Grosso, o escândalo dos grampos ilegais, que ganhou o apelido de ‘Grampolândia Pantaneira’, manchou a imagem da instituição de cima para baixo. Os acusados, a alta cúpula, eram justamente aqueles que deveriam prezar mais pelo nome da PM. Resta saber com quem ficará a árdua missão de reparar o estrago.

Data limite

Quem também só tem até abril para decidir se vai ingressar na política ou não é a juíza da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, Selma Arruda. A magistrada, que ganhou notoriedade por assumir ações penais relacionadas a operações de combate à corrupção que colocaram na cadeia políticos importantes, como o ex-governador Silval Barbosa, é cotada, não de hoje, para uma eventual candidatura. Para isso, precisa se aposentar, o que já seria possível no caso dela.

Pede pra sair

O vereador por Cuiabá Diego Guimarães tem sido excluído não apenas das reuniões que o diretório municipal do Partido Progressista realiza. O parlamentar, que insiste em manter a postura de oposição ao prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB) enquanto os demais membros da legenda caminham em sentido contrário, também teria sido excluído de todos os grupos de WhatsApp do partido. Ao que parece, não será o primeiro nem o último convite nada sutil para que ele se retire da legenda.

Pouco tempo

O problema, ao menos para o governador Pedro Taques, de tamanho desempenho de Max Russi dentro da administração estadual é o fato de que o socialista só permanecerá no cargo até, no máximo, abril deste ano. Deputado de primeiro mandato, quando chegar a data limite imposta pela Justiça Eleitoral, o secretário terá que pedir exoneração do cargo no Executivo para tentar renovar o direito de ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa por mais quatro anos.
 



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