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Domingo, 14 de janeiro de 2018, 00h00

Problema à vista




Falando em liderança, ou o governador Pedro Taques (PSDB) ou o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) também vai esquentar a cabeça com esse tema neste ano. O democrata já sugeriu entregar o posto de líder do governo na Assembleia Legislativa, sob o argumento de que sua base eleitoral fica em Sinop, o que fará com que passe mais tempo afastado da Capital durante o período de campanha e, por isso, menos tempo dedicado a defender os interesses do Executivo no Parlamento.

PT piorado

Filiado ao Podemos, partido que deve fazer parte da frentinha que legendas “nanicas” organizam para não serem “atropeladas” pelas grandes agremiações nas eleições deste ano, o senador José Medeiros diz que só não quer o PSOL no grupo. De acordo com o senador, o PSOL é um “PT piorado”, já que reuniria apenas aquelas lideranças mais radicais, que deixaram o Partido dos Trabalhadores.

Boa intenção

Na tentativa de ajudar, o deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), quase que complica a vida do governador Pedro Taques (PSDB). Ao comentar o suposto uso indevido do Fundeb pelo governo do Estado, o parlamentar disse que, se o tucano fez isso, “foi com a melhor das intenções”. Corrigiu rapidinho, ressaltando não ter provas de que isso, de fato, tenha ocorrido.

Perdendo tempo

Em sua análise, José Medeiros disse ainda que não entende o motivo de o procurador Mauro Lara continuar “perdendo tempo” no PSOL. Na avaliação do senador, Mauro, que já foi candidato a deputado, senador, governador e prefeito de Cuiabá, tem potencial para se eleger e ser um bom legislador, por exemplo, se mudar de partido.

Liderança

Ao que parece o deputado federal Vitório Galli (PSC) não esperou tempo o suficiente para afirmar que o assunto de sua substituição na liderança da bancada mato-grossense no Congresso Nacional ainda não tinha sido abordado pelos demais membros do grupo. Já tem quem defenda mudança, sim. Ex-líder, Fábio Garcia (PSB) diz defender uma renovação.

Dilema

O dilema que o governador Pedro Taques deve enfrentar acerca do assunto é: ruim com Dilmar Dal’Bosco na liderança durante o período de campanha, pior sem ele. Afinal, que outro deputado poderia (e estaria interessado) em assumir a função justamente nesta época? Já foi bem complicada a própria escolha do democrata para substituir Wilson Santos (PSDB).

Campanha

E, se de um lado, assumir a liderança da bancada mato-grossense em período eleitoral pode dar trabalho dobrado e, por vezes, distrair o parlamentar de seu projeto à reeleição; de outro, a atuação como líder também pode trazer material bom o suficiente para ser usado numa campanha eleitoral. Dos 11 membros da bancada, três já ocuparam o cargo nesta legislatura.

Eterno líder

Diga-se de passagem, depois de licenciado para assumir o comando da Secretaria de Estado de Cidades, Wilson ainda precisou retornar para a Assembleia Legislativa, ao menos, umas duas vezes para defender interesses do governo quando projetos polêmicos entraram em votação.
 



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