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Domingo, 18 de fevereiro de 2018, 00h00

Decisões


Entre os que estabeleceram o fim do Carnaval como uma data para começar a tratar oficialmente dos arranjos para o pleito deste ano, está o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP). A grande incógnita em relação ao senador licenciado é de que lado ele estará. Pessoas próximas a ele têm afirmado que a balança tem pedido mais para a oposição ao governo Pedro Taques (PSDB), mas que um apoio à reeleição do tucano não está completamente descartado.

Cobrança

Em pronunciamento recente em plenário, o senador José Medeiros (Pode), que tem o nome na lista dos possíveis candidatos ao governo do Estado nas eleições deste ano, cobrou uma posição do Palácio Paiaguás, mais especificamente da Secretaria de Fazenda, quanto à extração de minério no município de Guiratinga. Segundo o parlamentar, o manganês tem sido extraído da região e vendido “a preço de brita”.

Youtuber

Com os dois pés praticamente fora da disputa eleitoral deste ano, segundo prazo estabelecido por ele próprio - que termina na terça-feira (20) -, o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, parece estar disposto a investir na carreira de “youtuber”. O quase candidato ao governo tem divulgado vídeos em que fala sobre política e, de quebra, faz críticas ao governo Pedro Taques (PSDB).

Recomeço

O fim (de fato) do feriado de Carnaval, aliás, deve reanimar os bastidores da política em Mato Grosso, em especial as articulações visando à formação de chapas para disputar o governo do Estado nas eleições de outubro. A maioria das lideranças políticas vinha afirmando, tanto publicamente, quanto para seus interlocutores mais próximos, que as decisões começariam a ser tomadas após o período festivo.

Fora de época

O feriado mais que prolongado de Carnaval na Assembleia Legislativa foi aproveitado por boa parte dos deputados estaduais para percorrer municípios e promover reuniões com setores da sociedade. Nada que os parlamentares já não façam durante todo o mandato, mas em ano de eleição, todo cuidado é pouco. A Justiça Eleitoral já está de olho em campanhas fora de época.

Êh Sílvio!

Durante seu depoimento na CPI “do Paletó”, o ex-chefe de gabinete Sílvio Corrêa Araújo fez uma afirmação inusitada. Disse que no dia em que o vídeo com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) foi gravado, o emedebista deveria ter recebido R$ 50 mil e não apenas R$ 20 mil. Segundo Sílvio, a quantia acabou sendo “parcelada” porque os maços de dinheiro não couberam dentro do paletó do então deputado. Nada de novo para quem assistiu ao vídeo entregue junto com a delação.

Maré ruim

Na lista dos políticos filmados recebendo dinheiro do ex-chefe de gabinete Sílvio Corrêa Araújo, a prefeita de Juara, Luciane Bezerra (PSB), vem enfrentando uma maré ruim quase tão forte quanto a que atingiu o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro. Embora o motivo não seja a gravação, a socialista também enfrenta uma CPI e, volta e meia, se vê alvo de uma ação do Ministério Público.

Campanha?

Até ontem, o canal do conselheiro tinha apenas 12 inscritos e oito vídeos publicados. Um deles, no entanto, em que Antonio Joaquim fala sobre o suposto atraso do repasse do Fundeb pelo governo do Estado aos municípios, possuía mais de seis mil visualizações. Mas o curioso mesmo é que o estilo dos vídeos faz lembrar programas eleitorais. Estaria o conselheiro ainda esperançoso em concorrer ao governo?
 



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