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Domingo, 20 de maio de 2018, 00h00

Ararath


Há exatamente quatro anos, a Polícia Federal deflagrava a quinta fase da Operação Ararath. Até agora, a etapa foi uma das maiores e mais abrangentes ações policiais de combate a um esquema de corrupção em Mato Grosso. Na oportunidade foram presos o ex-deputado estadual José Riva e o ex-secretário de Estado Eder Moraes. Alvo de um mandado de busca e apreensão, o ex-governador Silval Barbosa acabou detido porque guardava uma arma sem documentação em casa.

Poderes


Foi também nesta fase da Ararath que o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) surgiu nas investigações por conta da suspeita de compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Além disso, o próprio Ministério Público Estadual (MP) passou a ser alvo de suspeitas, quando a lista com os nomes de mais de 40 de seus membros que receberam cartas de crédito foi encontrada na casa de Eder Moraes. O caso, hoje, é alvo de uma CPI instalada na Assembleia Legislativa.
 

De novo

Passados quatro anos da quinta fase da Ararath, novamente às vésperas de uma eleição, Mato Grosso vive sob a sombra de outro ‘maior escândalo de corrupção‘ revelado por uma investigação policial. Dessa vez, sete deputados estaduais, além de pessoas que compuseram o governo do Estado nesta e na última gestão são suspeitos.
A pergunta que fica é: será que daqui a quatro anos estaremos novamente com essa nuvem negra sobre nossas cabeças?
 

Não esquecemos

Desde que o deputado Wilson Santos (PSDB) deixou a Secretaria de Estado de Cidades e as discussões pré-eleição tiveram início, pouco se falou sobre o trâmite para a retomada das obras do VLT. Nos bastidores, há rumores sobre uma eventual parceria público-privada (PPP), mas a impressão que se tem é que o assunto anda mesmo de lado na lista de prioridades dos que tomam as decisões pela população. Quem anda de ônibus diariamente não esqueceu da obra parada.
 

Arquivado

O ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), também acabou investigado nesta fase da Ararath. As suspeitas sobre se ele se abateram devido a um empréstimo de pouco mais de R$ 3 milhões junto ao empresário e delator Júnior Mendonça.
Em 2017, o juiz federal Jeferson Schneider, determinou o arquivamento do caso argumentando falta de indícios e provas de ilegalidades.

Em família


Chamou a atenção na lista dos 58 denunciados das operações Bereré e Bônus, cujo alvo é um suposto esquema de pagamento de propina envolvendo o Detran, a quantidade de irmãos que, segundo o Ministério Público Estadual, estiveram envolvidos nas negociações.

Irmãos


Além de Paulo e Jorge Zamar Taques, estão listados, por exemplo, o deputado Wilson Santos (PSDB) e seu irmão, Elias, e o ex-governador Silval Barbosa e seu irmão, Antonio. E os seis não são os únicos a compartilhar o mesmo sobrenome na lista.
 

Vaquinha

Permitida pela Justiça Eleitoral desde a última terça-feira (15), a ‘vaquinha virtual‘ já começou a ser utilizada por alguns pré-candidatos mato-grossenses. Ao eleitor que ainda tem dúvidas sobre a segurança do sistema, duas dicas: o TSE divulgou uma lista com as empresas que estão oficialmente autorizadas a prestar o serviço e, se o pré-candidato acabar desistindo do projeto antes de registrar a candidatura, seu dinheiro será devolvido.
 



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