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Segunda, 28 de maio de 2018, 00h00

Novos capítulos


Mais uma semana começa e, com ela, novos capítulos - provavelmente sem grandes novidades - da novela que se transformou a aprovação das contas do governador Pedro Taques (PSDB) referentes ao exercício de 2016.
Depois que o próprio presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), reconheceu que os parlamentares, simplesmente, não querem votar a mensagem, ninguém sabe mais o que esperar.

13 a 13

Um fato curioso estaria ocorrendo nas articulações - diga-se de passagem pra lá de antecipadas - para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Apesar de, em 2016, terem sido eleitos apenas 25 vereadores, dois dos possíveis candidatos ao cargo de presidente do Legislativo afirmam que têm 13 votos garantidos.
Ou tem parlamentar jogando dos dois lados, ou tem cadeira sendo ocupada por mais de uma pessoa no Parlamento.
Os interessados na disputa pelos cargos - que só deve ocorrer lá por meados de agosto - vão precisar estar atentos a essa conta.
 

Mais um tempo

Preso desde o último dia 9, o deputado estadual Mauro Savi (DEM), pelo visto, vai passar mais algum tempo detido. Pelo andar da carruagem, o Tribunal de Justiça deve manter a prisão preventiva. Na última quinta-feira (24), 16 desembargadores já votaram nesse sentido. Pelo menos, o democrata está em uma cela com televisão. Segundo fontes, o parelho foi levado pelo detento que já estava lá quando Savi chegou.

Rodízio

E não é só a Assembleia Legislativa que está sem previsão de quando vai apreciar o balancete. Na Câmara de Cuiabá, as contas de 2016 da Prefeitura, último ano do mandato de Mauro Mendes (DEM), também estão emperradas desde o final do ano passado.
Os vereadores, no entanto, ainda estão ‘disfarçando‘ melhor as razões pelas quais a mensagem não é colocada em pauta. No Parlamento municipal acontece uma espécie de ‘rodízio‘ de pedidos de vista.
 

Sem reclamação

Para quem não sabe, ter as contas reprovadas é um dos fatores que podem impedir um ex-gestor de disputar novamente uma eleição, ou seja, torná-lo inelegível.
Dito isso, os parlamentares - tanto os vereadores, quanto os deputados - não vão poder reclamar se houver quem diga que eles estariam adiando propositalmente a apreciação dos balancetes com algum objetivo de prejudicar as campanhas de Pedro Taques, à reeleição, e de Mauro Mendes, ao governo do Estado.
 

Do outro lado

Enquanto o governo federal e os estaduais ficaram de cabelos em pé com a paralisação e, principalmente, com as reivindicações dos caminhoneiros, as prefeituras, pelo menos, as de Mato Grosso, comemoraram a ação dos motoristas. Isso porque, dos entes da federação, os municípios são os menos beneficiados com a cobrança de impostos sobre o combustível.
Tudo bem que parte do que é arrecadado pelo Estado e pela União é repassado às prefeituras, mas vem de longe as queixas de que essa parte é pequena demais para a carga de responsabilidade que recai sobre os municípios.
Além disso, os prefeitos também precisam pagar pelo diesel que consomem em veículos destinados ao transporte escolar, a ambulâncias, a máquinas usadas na reparação e conservação de estradas. Em outras palavras, é muito mais vantajoso para os prefeitos gastar menos, do que ficar esperando que o lucro seja dividido com eles.
 



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