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Terça, 29 de maio de 2018, 00h00

Ser ou não ser?


Quem estava aguardando a chegada do dia 31 de maio para ter uma resposta do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), sobre ser ou não ser candidato ao governo do Estado nas eleições de outubro, pode ter que esperar um pouquinho mais. Os democratas já sinalizaram que o desabastecimento por conta da greve dos caminhoneiros prejudicou os planos do partido.

Mais um tempinho


Em tese, a falta de combustível atrapalha apenas a realização das pesquisas de intenção de voto contratada pelo DEM, não impedindo Mauro Mendes de dizer ‘sim‘ ou ‘não‘. Mas como o ex-prefeito tem fama de indeciso, já tem quem não duvide que ele vai usar a desculpa para ganhar um tempinho.
 

Como?

E enquanto o DEM reclama e a maioria dos brasileiros não tem coragem de tirar o carro de casa, temendo não ter combustível para voltar, o presidente do PSD, Carlos Fávaro, mantém agenda viagem para o interior.
A pauta até que é interessante. O ex-vice quer ouvir o que falta nos municípios, já que é pré-candidato. A pergunta que fica: de onde saiu esse combustível?
 

Tentativa

Tentar anular a investigação é uma das estratégias que todo advogado de político denunciado por corrupção usou alguma vez na vida. Não poderia ser diferente no caso da defesa do deputado estadual Mauro Savi (DEM), um dos alvos da Operação Bereré. O pedido foi feito ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, pelo menos em caráter liminar, já foi rejeitado. Nem por isso, os argumentos deixam de ser interessantes, em especial, no que se trata do apontado sobre o ex-presidente do Detran e ex-secretário de Segurança Rogers Jarbas.

Apuração


Vale ressaltar que é preciso uma apuração séria para saber se são verdadeiras ou não as afirmações da defesa do deputado de que Rogers seria um dos responsáveis pela investigação do esquema do Detran quando ainda atuava na Delegacia Fazendária (Defaz).

Dúvida eterna


No caso de os advogados de Mauro Savi estarem com a razão, essa seria só mais uma das dezenas de dúvidas que pairam sobre uma pergunta central: por que o atual governo não desfez o contrato com a EIG Mercados?
 

Destoando

Um fato destoa nas manifestações por todo o Brasil em favor da greve dos caminhoneiros: os pedidos por uma intervenção militar. A razão é até compreensível. Ninguém aguenta mais tanta corrupção e alguns podem pensar que só uma medida extrema solucionaria o problema. Mas não podemos esquecer que essas manifestações só são possíveis, justamente, porque não vivemos em um regime militar. Só a democracia permite ao povo ir às ruas, fazer greve, reclamar e, dessa forma, promover mudanças.
 

No voto!

Para quem está insatisfeito com os políticos, seus privilégios e as frequentes decisões de cobrar mais do povo antes de cortar os próprios gastos, um dos caminhos é a eleição que se aproxima. Escolher bem seus candidatos e acompanhar o que eles fazem, se eleitos, é bem mais eficaz do que dar poderes ilimitados a um governo ditatorial.
A solução para o problema está no voto!
 



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