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Segunda, 04 de junho de 2018, 00h00

Substituto


Se de um lado, Mauro Mendes parece não ligar para o processo eleitoral deste ano, de outro, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT) está empenhadíssimo no processo de pré-campanha.
O pedetista, aliás, tem todos os requisitos para ocupar o espaço deixando por Mendes, no caso de o democrata desistir de fato do pleito.
Pivetta também foi um prefeito bem avaliado (em que pese ter pedido o último pleito) é aliado de longa de data de Mendes e está do mesmo lado que o democrata nessa campanha, ou seja, no grupo dos ex-aliados de Pedro Taques (PSDB).
Resta saber se o DEM vai aceitar não ter o candidato a governador.

E o lucro?

É certo que os gastos com as campanhas não saem exclusivamente do bolso dos candidatos. Há doações e dinheiro vindo de outras fontes. Mas em um mundo onde obter lucro é o principal interesse das pessoas (sem contar que é fundamental para se sobreviver), essa é uma conta que, definitivamente, não fecha, mesmo havendo um novo teto de gastos imposto.

Projetos...

Alguns projetos de governo parecem ter sido criados para não sair do papel. Em Mato Grosso, nos últimos cerca de três anos, houve-se falar, mas não se vê nada além disso, sobre duas coisas: a concessão de cinco aeroportos do Estado, prometida pelo governo federal, e a reforma tributária, esta nas mãos da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

 

...eternos

A reforma tributária era promessa de campanha esse governo, mas acabou sendo deixada de lado mais ou menos na metade do mandato. Recentemente, o assunto até ressurgiu, com uma afirmação de secretário de que o projeto seria feito, mas não emplacou.
Já as tais concessões dos aeroportos não são tão comentadas, mas trata-se de um tema que reaparecem sempre que são agendadas reuniões para debater o assunto. A próxima delas ocorre nesta segunda-feira (4), mas um dos envolvidos já antecipou: ainda há muita burocracia para ser superada antes de se entrar na parte prática do negócio.

Calculando

Mesmo o teto atual sendo baixo, se comparado aos gastos de anos anteriores, o investimento que os candidatos fazem nas campanhas ainda é algo que não faz muito sentido para a maioria das pessoas. O governador, por exemplo, recebe um salário de R$ 20,2 mil por mês, o que significa que, ao longo de quatro anos, terá recebido menos de R$ 1 milhão. Então, como investir cinco vezes mais para conquistar o cargo?

Limite

Que o estabelecimento de um limite para os gastos com as campanhas eleitorais era algo necessário, nem os candidatos que investiram milhões em pleitos anteriores podem negar. Mas um teto tão abaixo dos valores que vinham sendo praticados tem sido alvo de preocupações para alguns entendidos no assunto. Uma das teses é a de que a prática de caixa 2 poderá ser muito mais recorrente.

 

Na mira

Apesar de a Assembleia Legislativa não ter concluído a compra dos computadores que custariam, cada um, mais de R$ 17 mil, o Ministério Público está investigando o caso. Os documentos da contratação já estão sendo analisados. No mínimo, o promotor de Justiça responsável vai poder afirmar se o valor é tão absurdo quanto parece ou se há mesmo uma justificativa, como disse o presidente da Mesa Diretora, Eduardo Botelho (DEM).

 

Na China

Ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes parece estar mesmo despreocupado se sua demora em definir se será candidato ou não nas eleições deste ano fará com que partidos com potencial de serem aliados na (quem sabe) sua campanha ao Palácio Paiaguás se cansem de esperar e passem a apoiar outro nome.
Enquanto as articulações não param no Estado, o empresário - que já deveria ter apresentado uma resposta no último dia 31 - viajou com a esposa para a China.

 



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