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Terça, 05 de junho de 2018, 00h00

Prazo


E segundo fontes desta coluna, quem esteve visitando Mauro Savi na cadeia saiu de lá afirmando que o deputado aparenta estar mesmo perdendo a paciência na espera por alguém que o tire detrás das grades.
Mas, se for comparar com o caso de Gilmar Fabris (PSD), a Assembleia ainda tem mais 15 dias de prazo para soltar Savi. Fabris passou mais de 40 dias detido. O democrata ainda nem completou um mês.

Pisando no freio

Nos bastidores da Assembleia Legislativa, o comentário é que, entre os parlamentares diretamente envolvidos na questão da soltura de Mauro Savi, o que mais tem colocado ‘freios‘ na votação é o presidente da Mesa Diretora, Eduardo Botelho (DEM), que, aliás, já fez questão de se declarar publicamente impedido para presidir a sessão em que o assunto possivelmente será votado.

Calculando

Na equação dos riscos envolvidos na tentativa ou não de soltar o deputado Mauro Savi (DEM), os parlamentares mato-grossenses parecem ter se perdido nos cálculos. A estratégia adotada, de pressionar o Poder Judiciário, pode até livrá-los do suposto risco de o democrata sair do sério com a inércia dos companheiros e resolver abrir a boca. Em contrapartida, tem potencial para irritar, não só o relator da Bereré, José Zuquim Nogueira, e o presidente Rui Ramos, mas todo o Tribunal de Justiça.

Ordem

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar nesta terça-feira (5) a questão de ordem levantada pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), quanto à relatoria dos inquéritos da Operação Ararath que tramitam na Corte.
A defesa do progressista questiona o fato de os casos hoje estarem com o ministro Luiz Fux, já que Dias Tófolli foi o primeiro a proferir julgamentos, anos atrás.

Com motivos

Eduardo Botelho tem motivos para pensar até mais que apenas duas vezes sobre o assunto. Se de um lado, está na lista dos investigados na Bereré e, em tese, pode ser prejudicado por uma (quem sabe) delação de Mauro Savi; de outro, justamente por ser investigado, poderia enfrentar problemas sérios se participar da votação. Vai saber se o Ministério Público e o Judiciário não vão encarar uma iniciativa assim como tentativa de obstruir a apuração dos fatos, não é mesmo?

Será?

Ainda nos bastidores, o que se comentava é que o governador Pedro Taques (PSDB) teria excluído os demais parlamentares federais do assunto para ‘privilegiar‘ Nilson Leitão, que é do seu partido. Se era essa mesmo a intenção, o tiro saiu pela culatra. Leitão até teve que emitir uma nota se explicando para tentar escapar da confusão. Mas quem tem memória boa vai lembrar que, não faz muito tempo, os dois tucanos não andavam se bicando. Será que a estratégia deu errado mesmo?

Visita cancelada

O cancelamento da vinda do secretário nacional de Aviação Civil, Dario Lopes, a Cuiabá nesta segunda-feira (4) para debater a concessão de cinco aeroportos foi o comentário do dia no mundo da política mato-grossense.
A história que rolava era a de que a visita não ocorreu porque a bancada federal articulou nesse sentido.
O motivo seria ‘ciúmes‘ porque o governo do Estado teria divulgado que apenas o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) negociou a realização da reunião.
 



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