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Quinta, 07 de junho de 2018, 00h00

Bebeu água?


Depois do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, foi a vez do deputado federal Ezequiel Fonseca (PP) ser hostilizado durante um voo entre Cuiabá e Brasília.
O parlamentar voltava para a Capital federal e acabou agredido por outro passageiro. Segundo quem presenciou a cena, a pessoa jogou um copo d’água na cara do progressista.
Claro que a situação gerou tumulto.

Tá com sede?

Para quem não se lembra, Ezequiel Fonseca é um dos parlamentares que aparece no famoso vídeo anexado à delação de Silval Barbosa. O progressista também recebeu maços de dinheiro na ocasião. Verba que, conforme o ex-governador, se tratava de propina. Além disso, responde a um inquérito desmembrado da Operação Ararath por uma suposta emissão de nota fria.
Tudo isso, no entanto, não justifica tamanha falta de educação. A população tem direito de protestar, mas não precisa chegar a esse ponto.

Sem quórum

Quem assistiu à sessão da Assembleia Legislativa de terça-feira (5) vai ter que concordar que os deputados não podem reclamar quando são acusados de só agir em interesse próprio. Quando o que estava na pauta era a mensagem que revogava o mandado de prisão contra Mauro Savi (DEM), 18 parlamentares se fizeram presentes no plenário.

Sem reclamação

Logo em seguida, o assunto da vez eram as contas do governo do Estado referentes a 2016. O projeto está em pauta desde janeiro! Mas já não havia mais quórum para sua votação. O parlamentar que fez a verificação dos presentes confirmou. Quando a pauta foi anunciada, disse: ‘eram 15, agora só tem 11‘.

Paz e piadas

Causou estranheza a troca de ‘piadinhas‘ entre o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o governador Pedro Taques (PSDB), em solenidade oficial. Desde que o emedebista deixou a Assembleia Legislativa - onde era ferrenho adversário do governo tucano - os dois viviam um período de paz e amor, como diz o prefeito, em nome do melhor para Cuiabá.

Nome

Mas em uma coisa é preciso convir que Emanuel tem razão: com a quantidade de ruas e bairros ainda sem nome na Capital, trocar (ou que seja adicionar) o nome de uma rodovia já tão famosa parece mesmo coisa de quem não tem o que fazer. E ainda que o prefeito aceitasse a proposta, será mesmo que a população mudaria a forma como se refere à ‘estrada da Chapada‘?

Onde estamos?

Certas situações envolvendo a política de Mato Grosso são tão esdrúxulas que, por vezes, chegamos a nos questionar em que mundo estamos vivendo.
O absurdo da vez é o ex-governador Silval Barbosa querer cobrar que seu sucessor, Pedro Taques (PSDB), seja processado por conta da não conclusão das obras do novo pronto-socorro de Cuiabá.
Logo Silval Barbosa que deixou sabe-se lá quantas obras da Copa do Mundo de 2014 - para citar só um de seus projetos de governo - inacabadas.

Conselho agora?

O atraso e o eventual prejuízo que ele possa causar não é o ponto da discussão. De fato, é algo que precisa ser evitado e, quando ocorre, os responsáveis punidos.
O que a sociedade não pode engolir é um criminoso confesso, que fez um dos governos mais corruptos deste Estado, segundo ele próprio, querer posar de conselheiro da moralidade sobre quem quer que seja.

Só faltava

O mesmo pode-se afirmar da presença na Assembleia Legislativa de Eder Moraes, condenado a mais de 100 anos de prisão por inúmeras acusações de corrupção. Onde já se viu os deputados ouvirem, de alguém acusado de roubar milhões dos cofres públicos, ideias de como tirar Mato Grosso da crise econômica?
É preciso que alguém coloque estas pessoas em seus devidos lugares.
 



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